A Maria da Mouraria

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História

Maria da Mouraria

 

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Ali onde a Saudade é aclamada como a Alma de um Povo que se enche de alma por ser genuinamente Português, está guardado um dos segredos mais antigos e autênticos da história da Cidade de Lisboa: O Mistério do Fado…

Quem passa pela Capela da Nossa Senhora da Saúde, às portas da Mouraria, entra num mundo que reflecte a verdadeira essência da cidade, onde os vários aromas, línguas e dialetos se misturam num Caldeirão de culturas que parece refletir um passado longínquo transportados aos dias de hoje. 

À entrada da Rua do Capelão, a escultura de uma Guitarra Portuguesa anuncia Mouraria, o Berço do Fado. Esta é uma pequena rua estreita, onde o tempo deixa de ter tempo, quando nos deixamos levar pelos curiosos becos e vielas onde as janelas das casas parecem querer contar cada uma a sua história. 

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E eis que surge aquela que teria sido a Casa da Severa, uma Mulher que tocava a guitarra e evocava um canto dorido e melancólico, como se estivesse a cantar ao destino, à saudade, à desgraça, aos amores e desamores, e por isso dizia que a Maria Severa “cantava ao fado”. 

Esta casa que foi reconstruída e adaptada pelo arquitecto José Adrião e que se encontra sob gestão do Museu do Fado, é agora um restaurante de degustação de petiscos portugueses, constituindo a única Casa de Fados do Bairro da Mouraria.  

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O Fadista Hélder Moutinho e os seus sócios, Bela e Carlos Silva, fazem as honras da casa e todas as noites de Quarta a Domingo é possível ouvir o som da Guitarra Portuguesa, da Viola de Fado e das Vozes que por ali vão passando. Para além das tertúlias, exibição de filmes e fadistices.

Entre os fadistas, sejam eles intérpretes, músicos, poetas e ouvintes, há um ditado muito antigo: O fado é aquele que não se cria, nem se vê; não se procura, nem se idealiza; Apenas acontece… O Mistério do Fado…

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